16 de março de 2017 • 10:58 am

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Sobre a importância de dizer #ForaTemer

A percepção do alcance nefasto das políticas do governo federal ainda não chegou na mente do cidadão comum brasileiro, aquele que de fato vive com até um salário mínimo e atua no cotidiano com mãos tarefeiras, sempre ativas na construção do labor, agora ainda mais dificultado pelos cortes e perdas de direitos. Quem foi às […]

A percepção do alcance nefasto das políticas do governo federal ainda não chegou na mente do cidadão comum brasileiro, aquele que de fato vive com até um salário mínimo e atua no cotidiano com mãos tarefeiras, sempre ativas na construção do labor, agora ainda mais dificultado pelos cortes e perdas de direitos.

Quem foi às ruas ontem? Quem conseguiu lotar as avenidas nas capitais do país e fazer ecoar com força o #ForaTemer que expressa resistência e indignação? Foi a classe média com seus desníveis regionais, incluindo aqueles que se mantiveram mornos, até perceberem os riscos reais de perder direito à aposentadoria como induz a reforma da previdência.

Podemos perceber que a marola sugere onda. Não estamos imersos em apatia, mas divididos em ilhas, que por sinal, faz parte do projeto de dominação pela desigualdade de acessos; demonização da participação do cidadão na política; e outras amarrações que costumam passar despercebidas ao olhar comum.

Mas a luta popular não encontra facilidades. O recrudescimento do conservadorismo fundamentalista ergue barreiras extras, afastando a discussão salutar, e gerando palcos para o ódio, intolerância e uma salada de preconceitos, para os piores gostos. Eis nosso Brasil de agora.

Urge sejamos semeadores de bons anúncios, viver a certeza de que os contextos são móveis e quando a poesia escasseia a vida parece insolúvel, mas se trata de momentos. Os temas são muitos e cada lugar pede o cultivo de boas atitudes. Agroecologia, educação libertadora, saúde pública, cultura popular, liberdade de expressão, diversidade sexual, legitimidade das expressões religiosas, etc. abrem um leque para a luta diária.  Sejamos os arautos dessa esperança, dentro de nossas casas e espaços de atuação social.

Importa sobreviver ao caos e viver na iluminação da esperança. Braços dados, não importando a distância física, levemos uns aos outros o consolo de saber que estamos juntos.

Ir às ruas nos inspira continuar na luta, fortalecendo nossa identidade, cidadania, e senso histórico. Talvez o povão leve mais tempo para perceber o que ocorre, mas até isso deve ser motivo de incentivo na manutenção das frentes de denúncia e resistência. Assim somos muito mais brasileiros e brasileiras!

2 Comentários

  1. ESPUMAS AO VENTO OU SONHOS MARINHOS DE PAIXÃO FUGAZ
    Joilson Gouveia*
    Ao contrário de conservadores ou retrógrados direitistas (sempre saudosistas dos áureos anos dourados ou de belos e velhos tempos, quando “éramos felizes*”, e como fomos felizes! – na indigitada alegada, aduzida e imputada “ditadura-militar”) a vetusta, saudosa, formosa e ainda bela esquerdista sente saudades em suas reminiscências, ora confidenciadas, e até preferida.
    Malgrado não se arrependa, esmoreça nem amadureça tampouco evolua seu modo de ver o mundo porquanto ainda sonha com uma inimaginável igualdade igualitária comum, como se fora possível derruir, abdicar e abolir o individualismo do indivíduo e/ou do egoísmo de cada sujeito ou pessoa e gente humana, cujos sonhos são subjetivos e próprios de cada um ou de cada qual e de cada Ser!
    * http://gouveiacel.blogspot.com.br/2016/11/eramos-felizes-ah-como-eramos-felizes.html.
    – Hoje querem acabar até com as pequenas distinções biológicas, diferenças naturais, genéticas, humanas e históricas numa ignara, ignota e impossível, descabida e inóxia ideologia de gênero!
    É, pois, típico do esquerdista sincero e coletivista convicto utópico, como diria nosso inolvidável Nelson Rodrigues, a saber: “As feministas querem reduzir a mulher a um macho mal-acabado”. Mais ainda: “Não há ninguém mais bobo que um socialista sincero. Ele não sabe nada. Apenas aceita o que meia dúzia de imbecis lhe dão para dizer”. E o pior: dizem. É fato!
    – Vide mais in http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/03/nao-somos-animais-iguais-ainda-que.html.
    Ademais disso, é bem como diz Rodrigo Constantino em sua obra “Esquerda Caviar”, a saber:
    • “Todo burocrata da compaixão precisa de vítimas sociais para garantir o ganha-pão, assim como todos esquerdista caviar necessita de seus mascotes. Os grandes defensores dos fracos e oprimidos precisam de fracos e oprimidos, nem que seja necessários cria-los. Surgem, então, as ‘minorias vitimizadas’.”
    • “A visão coletivista da esquerda enxerga o mundo de modo maniqueísta, e cria categorias predominantes com base em uma única característica, que forma o indivíduo. Cada um tem um gênero, uma cor de pele, uma classe social, uma etnia, uma preferência sexual. O resto não importa.”
    • “Além disso, o coletivista costuma apelar para aquilo que Ludwig von Mises chamou de ‘polilogismo’, ou seja, existiriam lógicas distintas para cada grupo. O pensamento de classe, ou sexo, ou raça, importando apenas a identidade grupal. Como disse Ortega y Gasset: ‘para se formar uma minoria, seja qual for, é preciso que, antes, cada uma se separe da multidão por razões especais, relativamente individuais’.”
    • O coletivista não quer saber disso. O racista enxerga somente “raças”, o socialista, somente classes, a feminista, apenas gênero. Não importa que entre dois negros possa haver mais diferenças que entre um negro e um branco. Não importa que um trabalhador humilde possa ser liberal, enquanto um rico banqueiro defenda o socialismo. Não importa que algumas mulheres possam diferir entre sim como água e óleo.” – Ver mais in http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/03/a-excessiva-glamorizacao-fanatica-aos.html.
    Ora, pois, já nos dissera o grande-ídolo e roqueiro baiano Raulzito: “eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha-opinião formada sobre tudo”! Cada indivíduo, pessoa, sujeito, gente ou Ser-Humano nasce, cresce, amadurece, evolui e fenece, menos o socialista-coletivista-comunista, que prefere viver na ilusão do passado e de seus sonhos-de-juventude, que não deram certo nem darão por ser um equívoco e grassar erros crassos nefandos, funestos e nefastos, como reconhecidos por Ferreira Gullar, um dos mais ferrenhos comunistas senão o maior, a saber:
    “O socialismo fracassou. Quando o Muro de Berlim caiu, minha visão já era bastante crítica. A derrocada do socialismo não se deu ao cabo de uma grande guerra. O fracasso do sistema foi interno. […]
    O empresário é um intelectual que, em vez de escrever poesias, monta empresas. É um criador, um indivíduo que faz coisas novas. A visão de que só uma lado produz riqueza e o outro só explora é radical, sectária, primária. A partir dessa miopia, tudo o mais deu errado para o campo socialista. […]
    Eu, de direita? Era só o que faltava. A questão é muito clara. Quando ser de esquerda dava cadeia, ninguém era. Agora dá prêmio, todo mundo é. Pensar isso a meu respeito não é honesto. Porque o que estou dizendo é que o socialismo acabou, estabeleceu ditaduras, não criou democracia em lugar algum e matou gente em quantidade. Isso tudo é verdade. Não estou inventando. […]
    Não posso defender um regime [o cubano] sob o qual eu não gostaria de viver. Não posso admirar um país do qual eu não possa sair a hora que eu quiser. Não dá para defender um regime em que não se possa publicar um livro sem pedir permissão ao governo. Apesar disso, há uma porção de intelectuais brasileiros que defendem Cuba, mas, obviamente, não querem viver lá de jeito nenhum. É difícil para as pessoas reconhecerem que estavam erradas, que passaram a vida toda pregando uma coisa que nunca deu certo.” (Sic.) Loco citato, Rodrigo Constantino, in “Esquerda Caviar”, p 420.
    “E arrematando, conclui o autor no seu apelo, instando que outros façam o mesmo que o poeta Ferreira Gullar que teve a sensata, sincera, humilde e honesta coragem, a saber:
    • “Concordemos com o poeta. É mesmo muito difícil. Mas não é impossível, como seu próprio exemplo comprova. Há luz no fim do túnel escuro da esquerda caviar, e não necessariamente é um trem vindo em nosso direção. Com alguma honestidade intelectual e com doses razoáveis de coragem, vários que estão aprisionados nessas correntes ideológicas, por covardia, por medo, por vontade de agradar os incautos, por alienação ou por pura ignorância, conseguirão obter a própria liberdade e deixar o esquerdismo para trás.
    • Esse mal tem remédio. E espero ter feito o minha parte com este livro, para ajudar no processo de desintoxicação. Venha você também para o lado mais saudável, mais verdadeiro, mais sincero, mais endireitado e menos sinistro. Diga adeus à esquerda caviar!”
    Enfim, fica a dica em forma de apelo! Boa reflexão, e, acima de tudo, coragem cívica, moral e intelectual!
    – ver in http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/03/urge-sincera-humildade-honestidade-e.html.
    Com efeito, ninguém consegue mergulhar nas mesmas águas do rio ou nas mesmas águas do mar, com ou sem espumas, tampouco continuar o mesmo e ter as mesmas ideias de sempre, salvo se for um eterno lago-de-águas-paradas [onde muitos “acreditam nas flores vencendo canhões”; ainda – como até cri um dia, enquanto idiotice* de um idiota que fui; claro!]
    • Idiotice*– “Em grego, idios quer dizer ‘o mesmo”. Idiotes, de onde veio o nosso termo ‘idiota’, é o sujeito que nada enxerga além dele mesmo, que julga tudo pela sua própria pequenez.” Loco citato, In Olavo de Carvalho, na obra “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”. – ver mais: http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/03/hoje-e-reflexo-do-ontem-como-amanha.html.
    É, pois, a vontade acima da razão: Sit pro ratione voluntas – “A vontade sirva de razão. Verso de Juvenal que demonstra até onde podem ir os caprichos dos prepotentes longe de seguir a lógica, preferem impor o seu ponto de vista mesmo com prejuízo próprio ou de terceiros.” In http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/03/nao-somos-animais-iguais-ainda-que.html.
    Enfim, além do saudosismo da época da ditadura, pode-se inferior uma frustrante e decepcionante convicção de ler, ver, ouvir e saber do desastroso legado dos coletivistas-socialistas anistiados, mormente daqueles que alçaram ao Poder, “pela Ética na Política”, figurarem nas páginas policiais de todos os jornais nacionais e mundiais, e o que é pior: não sentir vontade tampouco coragem de morar no “paraíso progressista-coletivista-cubano”, na ilhota que serve de valhacouto aos Castros!
    Daí a dolorosa e saudosa memória da formosa fêmea-socialista; ou não?
    Abr
    *JG
    P.S.: Errar é humano, sim! Permanecer no mesmo erro é idiotice!

  2. UM MANIFESTO MARIAS-VÃO-COM-AS-OUTRAS
    Joilson Gouveia*
    A imensa rede mundial de computadores tem permitido o acesso aos seus usuários às infinitas possibilidades de uma gama ilimitada do conhecimento humano e da humanidade, especialmente do “saber” e “ter” informações nos mais diversos campos (cultural, religioso, político, científico, tecnológico, histórico, arqueológico, astrológico, sociológico, social, psicológico, antropológico, bélico, militar, econômico, social e etc.) e, também, nas suas várias, distintas , diversas e variadas redes-sociais, que reúnem pessoas, gentes, indivíduos e sujeitos de uma diversidade de etnias ou nacionalidades do gênero humano, que é considerado e tido como homo sapiens! – houve quem dissesse também da “mulher sapiens”!
    Há uma multivariada expansão disseminada e pulverizada espraiada nessas redes de opiniões, informes e informações estribadas numa filodoxia de entelequituais do “pensamento-crítico”, de pessoas incapazes de pensar sobre os axiomas, máximas e aforismos ou ideais, ideias e ideologias que abraçam, desfraldam, defendem e pregam mediante o simples clique no “curtir” ou “compartilhar”, mormente por se sentirem os salvadores do mundo e da humanidade, “autodenominados de politicamente correto, que exigem respeito e tolerância, abomináveis dos preconceitos preconceituosos” etc., os quais, na prática, na realidade e fora do mundo virtual, se portam, se conduzem, agem e atuam de modo bem díspar, diferente e distante daquilo que “abraçaram”. É fato!
    Todos vimos a atitude desrespeitosa de uma celebridade que exige respeito, mas não se dá ao mesmo: “não exija minha educação demonstre a sua”! Quanta tolerância; não? – Infelizmente a Lei Rouanet corrompeu muitas celebridades!
    Tem-se visto às escâncaras samaritanos prejulgando, condenando ou até destacando e enaltecendo certos pensamentos, aforismos, máximas, ideais e ideologias desconexas e sem nexos, inóxias, ignaras e agnósticas por ignotos, no mais da vez, “intelectuais que não pensam”, como averbara Roberto Campos sobre um determinado partido, a saber: “é um partido de estudantes que não estudam, de trabalhadores que não trabalham e de intelectuais que não pensam”; o que resta comprovado com “o manifesto dos mais de 400 intelectuais”, como vimos de ver nas redes sociais. Aliás, o ícone do mundo ou mercado empresarial Antônio Ermírio de Moraes, assim os definiu, a saber: “A política do PT é a arte de pedir votos aos pobres, pedir dinheiro aos ricos e mentir para ambos. Na realidade não sabem fazer mais nada na vida!” – foi o que se viu de ver nesses últimos quatro lustros de enganos, engodos e ardilosos, inescrupulosos, oprobriosos ou desastrosos senão criminosos desgovernos, tanto do “criador” quanto de sua “criatura”! Ou não?
    Ademais, ao ensejo, urge mencionar certos memes sobre “cara-metade”, “par-perfeito” ou receitas-modelo-ideal de vida conjugal – quem mais cantou sobre “a cara metade-da-laranja”, já chupou a quase uma dúzia delas. Não somos metade de nada nem de ninguém, somos íntegros, inteiros e únicos enquanto sujeito, pessoa e indivíduo; reitere-se: nenhum ser é metade de nada nem de ninguém.
    Tal e qual “um-par-perfeito”: ora, em sendo um par, um há de ser esquerdo e outro destro, portanto distintos, díspares, diversos e diferentes ainda que similares ou um macho e uma fêmea; um ser masculino e um ser feminino; um homem e uma mulher – que, diferente do que se apregoa, são dois seres imperfeitos, falíveis, equívocos e em busca do aperfeiçoamento numa relação de convivência (conviver é viver com o outro) ou coexistência, que é conceder, conceber, compactuar e compartilhar de cúmplices preferências, vontades, desejos e gostos semelhantes recíprocos, mútuos, queridos e consentidos entre ambos, por livre nuto, alvedrio e espontânea vontade, sob pena de um submeter-se ou subjugar-se ao outro. Nada imposto presta!
    Enfim, já disseram-nos os romanos: “gustibus et coloribus non est disputandum” – gosto e cor não se discute!
    Ah! Não esqueçam: dia 13 de março é o dia “D” – precisamos exigir a continuidade da faxina iniciada, para endireitarmos nosso Brasil!
    Abr
    *JG

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