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Alfredo Gaspar vai cumprir a ordem de prisão ?

 

 

 

Conforme foi noticiado neste site pelo jornalista Odilon Rios, O juiz Geraldo Amorim, da 9ª Vara Criminal da Capital, renovou o pedido de prisão do empresário José Renato de Oliveira e Silva e dos policiais militares Valter da Silva, Luiz Marcelo Falcão e Antônio Virgílio dos Santos Araújo, todos com condenação transitada e julgada por matar o vereador de Coqueiro Seco, Renildo dos Santos, crime ocorrido há 22 anos.

Segundo o advogado Everaldo Patriota, assistente de acusação neste caso,  há muito tempo foram expedidas as ordens de prisão dos assassinos de Renildo. Mas, nunca apareceu uma alma viva para cumprir a ordem da justiça.

Em entrevista concedida a Rádio Gazeta de Alagoas o Secretário de Segurança, Alfredo Gaspar, disse desconhecer as ordens de prisão.

Enquanto o Secretário de Segurança e o juiz de direito se entendem, a população alagoana espera há mais de 22 anos que seja feita JUSTIÇA a um dos crimes homofóbicos mais cruéis e perversos do Brasil.

Justiça seja feita! RENILDO vive na luta contra a homofobia!

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Justiça cobra do Google R$ 2,8 mi em multas por conteúdo não retirado

Folha A Justiça Eleitoral já estipulou neste ano ao menos R$ 2,8 milhões em multas diárias ao Google Brasil para obrigá-lo a retirar conteúdos da internet. A maioria dos casos exige a retirada de vídeos publicados no YouTube. Levantamento da Folha identificou ao menos 193 processos em 23 Estados e 60 decisões contrárias à empresa. Ainda cabe recurso. Caso o Google descumpra todas as ações e tenha seus recursos negados, terá maior prejuízo... 

Fazendeiros resistem em deixar área considerada de índios no MT

Fazendeiros resistem em deixar área considerada de índios no MT
G1 Segundo a associação dos produtores, na terra dos xavantes, em Alto Boa Vista e São Félix do Araguaia, nordeste de Mato Grosso, estão sete mil não-índios. São dezenas de fazendas, criação de 280 mil cabeças de gado e pequenos sítios. A ocupação começou há 20 anos. Em um povoado conhecido como Posto da Mata moram quatro mil pessoas. É quase uma cidade. Todas terão que sair porque a comunidade está dentro da reserva. De acordo... 

Justiça proibe Estado de Sergipe de veicular propagandas relacionadas à Saúde

MPE – SE A juíza de direito Simone de Oliveira Fraga e a Promotoria de Saúde do Ministério Público Estadual através da promotora Euza Missano e Fábio Veigas deferiram liminar à ação civil pública que proibe o Governo do Estado de veicular propagandas relacionadas à saúde. O Estado de Sergipe fica proibido “de aplicar recursos públicos, próprios do erário, em campanhas publicitárias da saúde, na anuência da Secretaria... 

Idosos vão à Justiça contra reajustes abusivos em planos de saúde

Agência Brasil A solução adotada por muitas pessoas a fim de garantir atendimento médico de qualidade a um custo acessível, os plano de saúde podem se transformar em pesadelo na fase da vida em que são mais necessários. É comum as operadoras que oferecem esse tipo de serviço aplicarem pesados reajustes para o segurado a partir dos 60 anos de idade, sob a alegação de que clientes nesta faixa etária usam a rede conveniada com mais frequência... 

MP investiga 70 casos para abrir processos contra agentes do regime militar

Ruth Costas – BBC O Ministério Público Federal (MP) está investigando mais de 70 casos de abusos aos direitos humanos cometidos pelo regime militar para propor ações criminais contra agentes da repressão responsáveis por mortes ou desaparecimentos no Brasil. A informação é do Procurador da República Marlon Weichert, que conversou com a BBC Brasil durante um seminário do Transitional Justice Research Group da Universidade de Oxford... 

Ana Cláudia Laurindo: Opção total pela vida

A necessidade de seriedade da parte de cada órgão, seja promotor ou fiscalizador de políticas públicas; o engajamento de toda a sociedade, advindo de cada um dos seus segmentos, inclusive com participação da religião; é requisito fundamental, para o funcionamento de um sonho antigo: a democracia!

A banalização da justiça; a punição dos éticos; a desqualificação da honestidade e o pior de todos os males, a impunidade descarada e metódica, reforçam as estratégias de coisificação da vida humana, em benefício dos interesses do poder.

A teia foi estruturada, pela engenharia da corrupção, de modo que, ser cidadão ativo tornou-se algo extremamente perigoso!

Ser cidadão no Brasil equivale a ser marginal.

Ser cidadão em Alagoas equivale a ser suicida.

Por que insistimos em dizer que vivemos numa democracia?

Por que não acabamos de vez com a farsa e assumimos que a tirania da corrupção determina nossas leis e nossas verdades sociais e políticas?

Ainda não vimos raiar a Republica real, transmutamos a Monarquia em algo ambíguo, híbrido, modelável, em acordo com as falácias e violências, que desde a colonização estão à frente da nação.

Denunciar o crime, a corrupção, os abusos, significa aqui, exposição extrema aos ditames dos violentos; em maioria, autoridades constituídas.

Nesse cenário, o que nos resta? Martírio de todos os lados.

Assim sendo, opto por esse caminho diário de riscos, com as mãos firmes a segurar a bandeira da liberdade.

Se viver é mesmo uma aventura, silenciar e ser convinente com a maldade, é a pior das desventuras que me poderia acontecer.

Em nome de Jesus, Gandhi, Tereza de Calcutá, Paulo Freire, Rosa Luxemburgo, Dom Hélder Câmara, Chico Mendes e outros milhares de anônimos que não desistiram da vida, ir em frente é nossa melhor alternativa.

Ana Cláudia Laurindo: Meu filho não virou árvore!

Reflito criticamente sobre o programa desenvolvido pela Universidade Federal de Alagoas, na luta contra a violência, questionando qual efeito estrutural e conjuntural o mesmo pode gerar.

Como vítima dessa mesma violência que devassa tantos lares alagoanos, na perda esdrúxula de meu filho Alexystaine, de apenas 16 anos, em condições mal esclarecidas pela polícia e pela justiça, sinto-me no direito de relatar o quanto resumido é o alcance desse programa.

Gerar relatos pessoais sobre cada drama, focando apenas aspectos relacionais e sentimentais, para transformar o nome de cada vítima em uma árvore plantada num campus universitário, parece até poético.

Considero o aspecto simbólico do ato, mas não me contento.

Acredito que a universidade tem condições de participar mais efetivamente na mudança do quadro local, que na conjugação da violência estrutural com analfabetismo e despolitização, todos os dias infringe o direito de viver de dezenas de jovens e adultos, incluindo até crianças.

Principalmente o núcleo de Ciências Sociais, que possui todos os antídotos contra a ingenuidade cultural que caracteriza nossa maioria populacional.

E reafirmo: sentimento, por si, já existe em demasia. Chame-o sofrimento intenso!

Nossas famílias clamam por parceiros de outra modalidade de luta; a qual a universidade tem fechado os olhos e tapado os ouvidos. Queremos lutar por autonomia política de nosso povo, inclusive familiares de vítimas; que se a situação prossegue sem alterar, seremos a maioria dos alagoanos em breves dias.

Com respeito imenso aos que atenderam ao chamado para louvar a memória digna dos amados, continuo em crítica ao direcionamento amistoso dado à situação tão grave e que, por si mesma, é geradora de tensão.

Repudiando atos que agradam a gregos e troianos, lembro Jesus, dizendo que haveríamos de ser quentes ou frios, pois que os mornos, seriam vomitados.

Salvamento da Vida

O tamanho dos nossos valores estão refletidos na cotidianidade das nossas sociedades. O que somos capazes de valorizar, é aquilo que temos em abundância; enquanto recusamos, outras tantas formas, de organizar e viver culturalmente…

Modelos antigos, opressores, se nos apresentam constantemente como os ideais.

A violência da ordem ainda nos causa uma sensação de segurança, que não explicamos de outra maneira, senão, ressuscitando os guerreiros vingadores de outrora, que permanecem em nossos referenciais internos.

Nós mesmos, os ansiosos por justiça, recusamos ser justos!

Quando nos negamos a assumir nossa pertença social e histórica, na partilha de bens de acesso, na igualdade de direitos, na exigência de seriedade política dos gestores, somos os responsáveis pelo atraso social do nosso tempo.

Essa estranha necessidade de sentir-se mais digno, mais importante, detentores de mais direitos, a nos distinguir…é sintoma da nossa pobreza moral, avançando história a dentro, numa noite sem fim, onde a aurora só chegará com a renovação dos paradigmas.

Por mais camufladas que estejam, sob os rigores da opressão, as necessidades humanas haverão de sobrepor seu ímpeto, e a violência será cada vez mais o recurso utilizado para interpretar as injustiças estruturais que avalizamos.

Nossos choro tardio não resgatará o ontem ido. A ação exige abrir mão agora, dessa imagem asséptica da falsa postura apolítica.

Somos todos políticos!

Não há como negar a força da política macro e local, nas determinações que alcançam as nossas vidas.

O que nos falta passa pela identidade societária embaçada, pela tábua antiga que sustenta nossos valores; mas certamente, a dor comum nos agregará, quando a reconhecermos como nossa.

Nós que gostamos de filosofia, de gestos altruístas e exemplos franciscanos, não somos ainda capazes de sequer imaginarmos o mundo como um campo aberto à paz coletiva?

Desapego à ilusão do mando, será para nós, educados nas cartilhas arcaicas das Alagoas, a primeira e mais importante lição, neste momento.

Dominar pessoas e situações, não é importante. Mostrar que pode, faz e desfaz, não é importante. Pois o que vale nesse momento é importar-se com o salvamento da vida, que pode ser a minha, a sua ou daqueles que estão na esquina.

Colômbia cria comissão para investigar violência contra a mulher

Agência Brasil O governo da Colômbia criou uma comissão especial para investigar os crimes contra as mulheres. O grupo deve atuar na prevenção, apuração e no encaminhamento de casos de agressões contra mulheres à Justiça. O foco é a agressão doméstica. De acordo com dados oficiais, a cada duras horas uma mulher é estuprada no país. O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, destacou a necessidade de a comissão atuar em defesa das... 
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